quarta-feira, 16 de março de 2011

Sobre Tsunamis e a Cultura Japonesa


Sou um fã da cultura japonesa. Através de seus programas e desenhos, vemos um povo alegre e tímido. A contradição é a marca dos Japoneses. Sua tecnologia é super avançada, porém seu tradicionalismo persiste.
As lutas, as comidas, o sotaque, é tudo tão distante de nós brasileiros.
Uma observação linguística que tenho é os japoneses não pronunciam o “r”. Quando uma palavra tem um “r” ela é pronunciada com “l”.  Isso explica a dificuldade dos japoneses em aprender o português. Se pararmos para observar eles apresentam dificuldades em pronunciar palavras como “régua”, “regra” e “carregar”.
O Karate é uma atividade extremamente benéfica para a saúde. É uma arte marcial que visa o desenvolvimento integral de seu praticante e ajuda a prevenir doenças vindas do sedentarismo.
Uma cultura riquíssima. Um país riquíssimo.
E ai vem uma onda gigante e leva quase tudo.
Perigo de contaminação, resgate às vítimas, caos advindo da maior crise do país desde o fim da segunda guerra.
Finalizo esse post com uma única frase:
Que povo sofrido!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Retrospectiva 2010 – Fatos que você com certeza não queria relembrar


Perdemos a Copa do Mundo por causa do...  Foi tanta gente que nem merece citar todos

Foi o burro que escala o time e o burro que da coices no campo...

A Espanha surpreendeu ao perder a alcunha de “time que só apanha”... (que pena a rima era boa)

Em 2010 tivemos eleições e finalmente a falta de candidatos foi suprida...

Não sabe em quem votar: pior do que está não fica... vota no jogador... vota no cantor... vota na dançarina... vota no palhaço (nesse votaram demais)... vota no Saci...
Até Saci?

Tivemos um metalúrgico podendo no poder, agora uma mulher, o próximo com certeza vai ser jogador de futebol ou um colírio da capricho...
(Essa piada pode parecer machista, mas não é nem uma piada)

O centenário do Corinthians foi uma furada... Um verdadeiro “Sem ter nada”

A filosofia de trabalho com certeza foi essa: “Vamos trazer jogadores mais experientes para lotar a casa e ganhar dinheiro e se tudo der errado temos essa camisa... (Não vivemos de títulos, vivemos de Corinthians – Essa não colou)

Fora isso foi tudo igual: Muita chuva e enchentes... O Brasil levando ferro na Fórmula 1...

Os palmeirenses ganharam 4 títulos brasileiros... Mas o campeão não foi o Flu?

Essa era a estratégia do Palmeiras para não sair da elite do futebol... Guardaram esses títulos na manga! Foi por pouco!

Um 2010 em que a novela das oito ditou as modas – nada de novo outra vez!

Um 2010 Santático, com os meninos da vila arrepiando geral! (Não só o cabelo)

Porém 2010 já não está com nada!

Que venha 2011!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Indicação de Leitura: O caçador de pipas – Khaled Hosseini


Genial. O Afeganistão até então para mim era um lugar horrível, porém a leitura de “O caçador de pipas” me revelou outro Afeganistão.
É interessante ver a evolução do personagem Amir em contraste a degradação de seu país.
O livro ainda aborda temas importantes ligados aos relacionamentos familiares, religiosos e sociais, como o estupro, a terceira idade, o adultério, a amizade, o companheirismo e o preconceito racista.
Tudo isso em páginas marcadas por um narrador que está sempre tentando justificar seus atos... A culpa é a motivação do narrador...
Descubra um mundo novo em “O caçador de pipas”.

Quem lê realmente viaja!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

HOMENAGEM AOS NOVOS PROFESSORES


Quanta honra nos dá esse título
Mesmo que haja quem o maldiga
Brigas inveja intrigas
Não tiram seu encanto e brilho
Como é bom ser professor!

Ter em cada sorriso um gostinho
Às vezes meio tímido, reprimido
De ter finalmente o dever cumprido
E o saber se espalha um pouquinho
Como é bom ser professor!

Aos mestres com carinho
Fica a nossa eterna gratidão
Pois eles exemplos são
De como não se perder no caminho
Como é bom ser professor!

Cria-se um verdadeiro legado
É uma honra eu ter estudado
Ao lado de uma pessoa incrível
E sei que poderia ser mais compreensível
Como é bom ser professor!

Esse poema é para todos nós
Esse poema é sim para todos
Que fizeram amizades
E estudaram de verdade
Como é bom ser professor!

E afirmo que nós todos não somos os mesmos
Tudo muda, tudo está mudando, girando
Uma nova etapa está chegando
E o mundo exige alguém para sermos
Agora sim somos professores!

Daqui para frente de LETRAS viveremos
Daqui para frente LETRAS seremos
E nas sentenças da vida enfim
Teceremos um texto do início ao fim
Como é bom ser professor!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Sobre Tiririca, Técnicos de futebol e pior do que está fica...



Chegamos ao extremo. Conduzimos (detalhe: eu não votei nele) um comediante para um cargo de extrema importância e o pior é que não vi Tiririca falar sério durante toda a campanha.
O ponto positivo disso tudo é que ele foi o primeiro deputado honesto de todos os tempos a ser eleito... Falei merda... Mas é verdade, ele não prometeu nada, apenas brincou durante a campanha...
O tempo passa e sempre vemos falta de seriedade em nossos representantes parlamentares. Aonde isso foi parar. Dá nisso mesmo. Um comediante pode até se sentir em casa, pois não ser sério é o que eles fazem de melhor.
Agora a bomba... Ele pode nem chegar a ocupar o cargo porque há indícios que ele seja analfabeto... Pensa na merda toda.
Um analfabeto chegando a ser deputado federal com mais de um milhão de votos. Estou de luto! O pior é que muitos votaram de zoeira... Falta consciência, falta estudo, falta pensar antes de fazer merda... Falta também planejamento...
O futebol anda há tempos como a política. Desorganizado. A rotatividade de técnicos é assombrosa. Mas o técnico entra em campo? Até quando ele é determinante?
Não quero dizer que ele seja desnecessário, porém não dá pra ficar interrompendo o trabalho de um técnico por que ele não alcançou uma determinada meta.
É preciso planejamento. Um político não governa apenas alguns meses, nem apenas um ano. Damos tempo para os parlamentares realizarem suas obras (Perda de tempo), o técnico merece também, não?
Não. É preciso crucificar alguém. Culpar alguém pelo mau funcionamento das coisas.
Como bom corintiano, cito o caso de Mano Menezes que ficou quase três anos no Timão e viveu fases boas e ruins, no entanto não foi dispensado e deu a volta por cima.
Tudo isso acontece por causa dos que pensam que “pior do que tá não fica”. Por isso votam no Tiririca, no Romário, no Bebeto, e em vários outros, e também acabam despedindo técnicos que poderiam se superar e apresentar desempenhos satisfatórios. Por que só confiamos nas pessoas erradas? Acredite pior do que está, fica...

domingo, 3 de outubro de 2010

Sobre discutir Política, Religião e Futebol


No Brasil, discutir Política, Religião e Futebol é tabu geral. Protegido pelo jargão “isso não se discute” (não se discute o carvalho, pô!), esses assuntos são muitas vezes evitados. A escuridão tão pregada no mito da caverna de Platão é cada vez mais evidente em nossos dias. A censura quer nos impedir de adquirir conhecimentos.
Desde pequenos somos condicionados a não gostar de política. Crescemos sem aprender nada sobre isso. Achamos todos os políticos corruptos, mas isso é só o que nos dizem (Será mesmo). Não temos chance de debater e nem conhecer realmente como tudo isso funciona.
O problema de debater política é que todos querem compartilhar suas ideias e te convencer que elas estão totalmente certas, porém ninguém quer escutar as suas para chegar a um consenso. As eleições, muitas vezes, são momentos para conseguir favores pessoais, sendo a individualização o grande empecilho para que a democracia se realize realmente.
A religião é vista de várias formas pelo brasileiro e sabemos que existe muito preconceito envolvendo esse assunto. O que prego nesse post é a discussão sadia entre religiosos em busca de conhecimento, portanto isenta de qualquer preconceito. Imagine se Protestantes e Católicos juntos estudassem os caminhos de Jesus. Quantas descobertas para o mundo religioso.
Não é assim que funciona. Não há diálogo entre religiões, o que vemos é brigas e mais brigas, uma querendo ser a verdadeira e tentando provar a falsidade da outra. Digo isso porque cresci ouvindo coisas absurdas dos líderes da minha religião sobre outras religiões.
Finalmente o futebol. Por que não discutir? Expor a opinião sobre o futebol tem duas tendências que estragam a discussão: a super proteção do time do coração e a influência da mídia. Se você torce pelo Palmeiras e o considera o melhor time da década, você tem probleminha cara! Mesmo sendo eu Corintiano eu admito que o São Paulo é o time da década, e não sigo as opiniões dos grandes comentaristas de futebol que todos os dias na TV estão tentando criar modinhas e promover jogadores. Discutir esse esporte pode servir de treino para que todos aprendam a defender suas ideias ao mesmo tempo que aceitam o que é ponderável nas idéias dos outros.
Discutir é aprender! 

domingo, 19 de setembro de 2010

Sobre Falar Merda, imitações e preconceito...


Quando se fala demais, corre-se o risco de falar merda. Falar merda é um risco que todos corremos.
E eu também acabei falando merda. Na ânsia de mostrar meus pensamentos e minhas opiniões eu confesso que sim. Falei alguma merda, sim.
Mas o que seria da comédia se não fosse o ato de falar merda. É quando falamos merda que somos engraçados.
Deixo claro a todos os fãs de Crepúsculo que não tenho nada contra eles, só quero expor idéias que lá no fundo podem ofender, mas não tem esse propósito. Meu único propósito é o riso.
O meu post sobre Crepúsculo, confesso, foi motivado por um vídeo do Vlogueiro Felipe Neto (Muito bom esse f. d. p.). A intenção era fazer rir, eu e minhas imitações...
Imitar é um ato nato do ser humano. “Nesse mundo nada se cria, tudo se copia.” Partir do que já existe é o que faz o escritor. Ainda não sou um escritor, sou apenas um aprendiz, um aprendiz que pretende ser um bom escritor.
Boas idéias ajudam a movimentar a mente. O humor surge de muitas formas. Fazer rir de forma inteligente ou fazer rir aproveitando-se de momentos cômicos. Transformar matérias sérias em risos. Parodiar grandes clássicos.
O problema é quando o seu riso é visto como preconceito, mas o que é mesmo preconceito?
Seria um conceito criado antes mesmo de se conhecer a coisa/objeto/pessoa/fã de Crepúsculo.
Não foi preconceito... Eu conheço muitos fãs de Crepúsculo. Eu perdi tempo observando essas pestes. Eu não saí falando sem ter uma base para sustentar as “merdas” que eu estava falando. Eu vi a droga do filme. Mas pense bem, o que seria do humor se ele fosse politicamente correto?
Não foi preconceito... Mas se fosse... Pense como seria o humor sem preconceitos?
Não foi preconceito...