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sábado, 7 de julho de 2012

Sobre Política, Politicagem (sacanagem dá no mesmo) e cidades pequenas








Alguns costumam dizer que política, religião e futebol não se discute. É MENTIRA!

A verdade é que não podem ser discutidas se um lado se acha absoluto. Quando pensamos em discutir política (claro se não tiver nada mesmo para fazer) temos que ter uma opinião formada, no entanto não podemos impor ela, devemos possuir argumentos que sustentem essa opinião e tentar persuadir na esperança de que nossa visão política ajude o próximo e consequentemente a nós mesmos.
Existem alguns brasileiros que enxergam a política como uma rivalidade e esquecem que depois que as eleições acabarem o cara que foi escolhido vai determinar o futuro de todos. Rivalidade é importante, mas com inteligência. Critico aqui a euforia nas comemorações. Parecem corintianos comemorando a conquista da Libertadores. Essa euforia deveria ser transformada em forças para cobrar o que foi prometido na época de campanha.

Odeio época de campanha. A politicagem me mata, ainda mais em cidade pequena como é meu caso.Eu desafio você eleitor a não votar em candidato que fica fazendo o maior barulho com carros de propaganda com musiquinhas chatas paródias de músicas sertanejas do momento que fazem você cantar junto e esquecer a letra original.

Se você fizer isso merece meu respeito. Não é porque vivemos em uma cidade pequena que você deve jogar seu voto fora. Não venda ele. Ele vale muito mais do que você pensa.


(Semana que vem tem mais: Candidato em casa pedindo voto)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Sobre Tiririca, Técnicos de futebol e pior do que está fica...



Chegamos ao extremo. Conduzimos (detalhe: eu não votei nele) um comediante para um cargo de extrema importância e o pior é que não vi Tiririca falar sério durante toda a campanha.
O ponto positivo disso tudo é que ele foi o primeiro deputado honesto de todos os tempos a ser eleito... Falei merda... Mas é verdade, ele não prometeu nada, apenas brincou durante a campanha...
O tempo passa e sempre vemos falta de seriedade em nossos representantes parlamentares. Aonde isso foi parar. Dá nisso mesmo. Um comediante pode até se sentir em casa, pois não ser sério é o que eles fazem de melhor.
Agora a bomba... Ele pode nem chegar a ocupar o cargo porque há indícios que ele seja analfabeto... Pensa na merda toda.
Um analfabeto chegando a ser deputado federal com mais de um milhão de votos. Estou de luto! O pior é que muitos votaram de zoeira... Falta consciência, falta estudo, falta pensar antes de fazer merda... Falta também planejamento...
O futebol anda há tempos como a política. Desorganizado. A rotatividade de técnicos é assombrosa. Mas o técnico entra em campo? Até quando ele é determinante?
Não quero dizer que ele seja desnecessário, porém não dá pra ficar interrompendo o trabalho de um técnico por que ele não alcançou uma determinada meta.
É preciso planejamento. Um político não governa apenas alguns meses, nem apenas um ano. Damos tempo para os parlamentares realizarem suas obras (Perda de tempo), o técnico merece também, não?
Não. É preciso crucificar alguém. Culpar alguém pelo mau funcionamento das coisas.
Como bom corintiano, cito o caso de Mano Menezes que ficou quase três anos no Timão e viveu fases boas e ruins, no entanto não foi dispensado e deu a volta por cima.
Tudo isso acontece por causa dos que pensam que “pior do que tá não fica”. Por isso votam no Tiririca, no Romário, no Bebeto, e em vários outros, e também acabam despedindo técnicos que poderiam se superar e apresentar desempenhos satisfatórios. Por que só confiamos nas pessoas erradas? Acredite pior do que está, fica...

domingo, 3 de outubro de 2010

Sobre discutir Política, Religião e Futebol


No Brasil, discutir Política, Religião e Futebol é tabu geral. Protegido pelo jargão “isso não se discute” (não se discute o carvalho, pô!), esses assuntos são muitas vezes evitados. A escuridão tão pregada no mito da caverna de Platão é cada vez mais evidente em nossos dias. A censura quer nos impedir de adquirir conhecimentos.
Desde pequenos somos condicionados a não gostar de política. Crescemos sem aprender nada sobre isso. Achamos todos os políticos corruptos, mas isso é só o que nos dizem (Será mesmo). Não temos chance de debater e nem conhecer realmente como tudo isso funciona.
O problema de debater política é que todos querem compartilhar suas ideias e te convencer que elas estão totalmente certas, porém ninguém quer escutar as suas para chegar a um consenso. As eleições, muitas vezes, são momentos para conseguir favores pessoais, sendo a individualização o grande empecilho para que a democracia se realize realmente.
A religião é vista de várias formas pelo brasileiro e sabemos que existe muito preconceito envolvendo esse assunto. O que prego nesse post é a discussão sadia entre religiosos em busca de conhecimento, portanto isenta de qualquer preconceito. Imagine se Protestantes e Católicos juntos estudassem os caminhos de Jesus. Quantas descobertas para o mundo religioso.
Não é assim que funciona. Não há diálogo entre religiões, o que vemos é brigas e mais brigas, uma querendo ser a verdadeira e tentando provar a falsidade da outra. Digo isso porque cresci ouvindo coisas absurdas dos líderes da minha religião sobre outras religiões.
Finalmente o futebol. Por que não discutir? Expor a opinião sobre o futebol tem duas tendências que estragam a discussão: a super proteção do time do coração e a influência da mídia. Se você torce pelo Palmeiras e o considera o melhor time da década, você tem probleminha cara! Mesmo sendo eu Corintiano eu admito que o São Paulo é o time da década, e não sigo as opiniões dos grandes comentaristas de futebol que todos os dias na TV estão tentando criar modinhas e promover jogadores. Discutir esse esporte pode servir de treino para que todos aprendam a defender suas ideias ao mesmo tempo que aceitam o que é ponderável nas idéias dos outros.
Discutir é aprender! 

sábado, 14 de agosto de 2010

Sai nem!


Olha José! Você foi perdoado José! Nem acredito!
Será o Benedito José! Esse povo crê piamente em você mesmo.
Ainda me lembro daquela noite, fazia frio, mas no seu coração batia algo mais gelado, uma vontade louca de ajudar sua família. Somente sua família. Família é tudo né José?
Mas era preciso sigilo total. Era um ato que tinha de ser secreto. Mas não foi.
Caiu na boca do povo José! Crimes perfeitos não deixam suspeitos.
E agora José? O que fazer?
Ajudar o próximo que está mais próximo. E prejudicar o distante. Não foi assim que disseram na Bíblia.
E sua cadeira José? É vitalícia?
Começaram a campanha: fora já José! Aposenta!
Mas José insiste, pois José é um brasileiro daqueles que se vê aos montes nos horários políticos.
Imagino quando velhinho estar José, e ainda a reivindicar:
— José sai nem!
— José sai nem!
Quem perde com isso somos nós.

sábado, 24 de julho de 2010

Fãs de Crepúsculo, Bandas Coloridas e Política

 
Por que todo fã de Crepúsculo, mesmo sendo mais velho, tem um toque infantil no seu jeito de ser?
Pare para reparar nessas pessoas. Claro que não é possível chegar perto dessas pessoas quando elas estão assistindo ao filme. O grau de histeria afasta todos ao seu redor.
Na verdade os fãs de Crepúsculo não são fãs do filme ou do livro, mas sim daquele “peido do Capeta” (Segundo Felipe Neto) do Edward e daquele “Viado Depilado” (Segundo EU MESMO) do Jacob.
Os fãs não querem saber se a história tem nexo, se tem uma sequência lógica. A verdade é que o filme só gera inquietação nas menininhas. O incrível é ver homens que gostam de Crepúsculo, na verdade homem que gosta de Crepúsculo não é homem de verdade.
A parte séria disso tudo é que o livro reconta de forma alternativa a trajetória de seres lendários.
A história acaba com séculos de tradição literária. O conde Drácula e O Lobisomem nada significaram para a autora de Crepúsculo que preferiu ferrar de uma vez por todas essas criaturas que ainda vivem na imaginação de pobres loucos americanos...
Portanto fã de Crepúsculo na verdade é fã de um babaca com pó de arroz e olhar de Goku irritado...
Falando em babaca me lembro das Bandas coloridas, o que é aquilo? Os caras são toscos, usam óculos de brinquedo, e jogam o nome do rock brasileiro no lixo. Enquanto surgem em outros países bandas de qualidade e conhecidos pelo rock com características clássicas do estilo como a agressividade e pelo protesto realizado em letras que mostram a realidade da sociedade, aqui no Brasil o que faz sucesso é cantar as desilusões adolescentes... Lastimável...
Fazer sucesso na musica brasileira, portanto se resume a vestir roupas coloridas do tipo “ai ta me cegando”, fazer refrões com um “ouo” e pentear o cabelo igual a um Emo.
E por incrível que isso possa parecer os mesmos fãs que adoram essas aberrações coloridas são também fãs de Crepúsculo, ou seja... Estão totalmente perdidos num mar de desilusão...
Eu tenho pena dessas pessoas... Mas elas não têm pena de mim...
Porque essas pessoas estão tão ocupadas em gostar de porcarias que acabam votando em candidatos do tipo “nada a ver” como Clodovil (que o deus das bibas o tenha), Pedro Manso (imitador do Fautão no show do Tom), Renner (Rick e Renner), Kléber Bambam (BBB 1), Jean Willys (BBB 5), Gretchen, Netinho de Paula (cantor do Negritude que bateu na mulher) ou Dilma (só pra implicar), (KKK)...
Gostaria de deixar um recado para a juventude: Leiam livros, assistam jornal, levem a política a sério, abandonem essas porcarias que o mundo capitalista oferece, nem vale a pena... Vocês estão acabando com o nosso mundo. E nenhum vampiro vai nos salvar no final, não sejam tolos feito a Bela. Beleza exterior muitas vezes é beleza oca... Oca como a cabeça de um baterista de banda colorida...

É isso por hoje pessoal... Se você gostou clique em legal e deixe seu comentário ou xingamento.