Já não bastava enchente
Já não bastava essa gente
Sofrer novamente
Com a infra-estrutura
Eita vida dura!
Vivendo numa Veneza
Imunda por natureza
Não consigo ver beleza
Nessa tal infra-estrutura
Eita vida dura!
Agora pra chegar ao parque
Ou evitar que o pé encharque
Recorremos ao bom caiaque
Único meio de locomoção
Eita vida dura!
Quando o Tietê transborda
É aquela merda, que foda
E a responsabilidade não acorda
E cadê a tal da infra-estrutura?
Eita vida dura!
No fim dos resquícios
Ratos, baratas e enxames de mosquitos
Só resta cassar o Kassab
Quem sabe? Não sabe...
Eita vida dura!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Enchente
Há problemas sociais que caem do céu
gotas gotas gotas gotas gotas
otas otas otas otas otas
tas tas tas tas tas
as as as as as
Transbordando o rio, transbordando vidas.
gotas gotas gotas gotas gotas
otas otas otas otas otas
tas tas tas tas tas
as as as as as
Transbordando o rio, transbordando vidas.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Dias de chuva
A coisa anda feia pra todo mundo.
É palmeirense em depressão, é jogador sendo ameaçado.
Teve gente que foi fazer prova e levou foi chumbo, teve gente que foi para o estádio de futebol e também levou chumbo.
No meio de tudo isso a chuva não para.
“São Pedro castiga São Paulo”
Manchete meio esquisita, mas simbolicamente aceitável.
Pra espantar o tédio só resta escrever. Em breve mais inutilidades!
É palmeirense em depressão, é jogador sendo ameaçado.
Teve gente que foi fazer prova e levou foi chumbo, teve gente que foi para o estádio de futebol e também levou chumbo.
No meio de tudo isso a chuva não para.
“São Pedro castiga São Paulo”
Manchete meio esquisita, mas simbolicamente aceitável.
Pra espantar o tédio só resta escrever. Em breve mais inutilidades!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
ODE AO CAMPEÃO BRASILEIRO DE 2009
Para quem dizia que o campeão voltou
Agora afirmo que ele finalmente chegou
Surpresa dos bambis, e do verdão molengo
Já era, não foi nessa, deu Mengo!
Nem dava pra ser de outro jeito!
Com uma muralha se sente imune
Bruno e seus milagres de comandante
David, Juan reúne
E o bom Leo Moura combatente!
Nem dava pra ser de outro diferente!
Aírton que não é Senna
Willians que não é equipe de F1
Petkovic que sempre rouba a cena
Gol olímpico sempre cabe mais um!
Nem dava pra ter mais jejum!
Dezessete anos sem conquista
Agora ficou pra trás
Gostinho de ver o Palmeiras
Levando Fierro! Atrás
Nem dava pra ser de outro jeito!
E o Palmeiras se Fludeu
O Flu se salvou!
O “Campeão” não foi campeão
E eu não entendo mais nada!
Nem isso importa mais!
O que vale ressaltar é a realeza de Adriano
Que soube se mostrar soberano
Até o glamoroso fim
Graças ao anjo... Angelim
Nem dava mesmo, tinha que ser assim!
E no final um Toró de lagrimas
A felicidade transborda
Zé Roberto Kléberson
Até o professor Andrade
Nem dava para ter piedade!
Agora afirmo que ele finalmente chegou
Surpresa dos bambis, e do verdão molengo
Já era, não foi nessa, deu Mengo!
Nem dava pra ser de outro jeito!
Com uma muralha se sente imune
Bruno e seus milagres de comandante
David, Juan reúne
E o bom Leo Moura combatente!
Nem dava pra ser de outro diferente!
Aírton que não é Senna
Willians que não é equipe de F1
Petkovic que sempre rouba a cena
Gol olímpico sempre cabe mais um!
Nem dava pra ter mais jejum!
Dezessete anos sem conquista
Agora ficou pra trás
Gostinho de ver o Palmeiras
Levando Fierro! Atrás
Nem dava pra ser de outro jeito!
E o Palmeiras se Fludeu
O Flu se salvou!
O “Campeão” não foi campeão
E eu não entendo mais nada!
Nem isso importa mais!
O que vale ressaltar é a realeza de Adriano
Que soube se mostrar soberano
Até o glamoroso fim
Graças ao anjo... Angelim
Nem dava mesmo, tinha que ser assim!
E no final um Toró de lagrimas
A felicidade transborda
Zé Roberto Kléberson
Até o professor Andrade
Nem dava para ter piedade!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Homenagem à magnífica voz
De quem era aquela voz?
Aquela voz sem rosto
Aquela voz que voz
Que de ouvir dá gosto
Uma voz imponente
Uma voz contente
Uma voz que inspira
Paulista, gaucho, caipira
Uma voz forte
Misteriosa por ser
De um bom ser
Uma voz que marcou
Uma voz que persuade
Do nosso bom Lombardi
Aquela voz sem rosto
Aquela voz que voz
Que de ouvir dá gosto
Uma voz imponente
Uma voz contente
Uma voz que inspira
Paulista, gaucho, caipira
Uma voz forte
Misteriosa por ser
De um bom ser
Uma voz que marcou
Uma voz que persuade
Do nosso bom Lombardi
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Agradando a todos
Disseram pra não pensar
Pra nem tentar,
Pois não se pode agradar
Gregos e Troianos
Mas tentarei
Porque nem há gregos
Nem troianos
Viemos todos de Adão
Crio agora uma nova teoria:
Adão e Eva eram chimpanzés
Geraram Marias e Josés
Povoaram o mundo
Com deuses e criaturas mitológicas
Mas era Adão e Eva, não Adão e Ivo
Pra nem tentar,
Pois não se pode agradar
Gregos e Troianos
Mas tentarei
Porque nem há gregos
Nem troianos
Viemos todos de Adão
Crio agora uma nova teoria:
Adão e Eva eram chimpanzés
Geraram Marias e Josés
Povoaram o mundo
Com deuses e criaturas mitológicas
Mas era Adão e Eva, não Adão e Ivo
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Ladrão que é ladrão...
Para ladrão que é ladrão não tem tempo ruim.
Dia desses lá no bairro Joca saiu para mais um dia de trabalho duro. Seria seu décimo primeiro assalto na semana. Estava ansioso como sempre só que havia um detalhe... Seu braço estava quebrado depois da luta do dia anterior com um fila faminto.
Mas como ladrão que é ladrão não fica em casa esperando o tempo passar, nosso ilustre assaltante não podia ficar parado. Era preciso lucrar.
Porque na vida existem três tipos de pessoas: as que fazem coisas, as que compram coisas e as que PEGAM COISAS.
Sendo Joca um membro desse seleto grupo que pega emprestado sem pedir e não devolve, ele não poderia perder um dia de serviço!
Joca foi heroicamente para rua e assaltou uma loja e milagrosamente conseguiu carregar duas vezes mais do que em dias normais.
No entanto a justiça divina ainda existe.
Uma câmera de segurança gravou tudo e foi fácil encontrar Joca justamente pelo braço engessado.
Que azar!
Um pequeno roubo desse acabou com a carreira brilhante de Joca.
Resta agora para Joca se converter ao cristianismo enquanto cumpre pena na cadeia. Depois de cumprir pena é hora de ir para Brasília e finalmente se candidatar a deputado. Pois ladrão que é ladrão tem que ter uma distração.
Dia desses lá no bairro Joca saiu para mais um dia de trabalho duro. Seria seu décimo primeiro assalto na semana. Estava ansioso como sempre só que havia um detalhe... Seu braço estava quebrado depois da luta do dia anterior com um fila faminto.
Mas como ladrão que é ladrão não fica em casa esperando o tempo passar, nosso ilustre assaltante não podia ficar parado. Era preciso lucrar.
Porque na vida existem três tipos de pessoas: as que fazem coisas, as que compram coisas e as que PEGAM COISAS.
Sendo Joca um membro desse seleto grupo que pega emprestado sem pedir e não devolve, ele não poderia perder um dia de serviço!
Joca foi heroicamente para rua e assaltou uma loja e milagrosamente conseguiu carregar duas vezes mais do que em dias normais.
No entanto a justiça divina ainda existe.
Uma câmera de segurança gravou tudo e foi fácil encontrar Joca justamente pelo braço engessado.
Que azar!
Um pequeno roubo desse acabou com a carreira brilhante de Joca.
Resta agora para Joca se converter ao cristianismo enquanto cumpre pena na cadeia. Depois de cumprir pena é hora de ir para Brasília e finalmente se candidatar a deputado. Pois ladrão que é ladrão tem que ter uma distração.
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