Quando se fala demais, corre-se o risco de falar merda. Falar merda é um risco que todos corremos.
E eu também acabei falando merda. Na ânsia de mostrar meus pensamentos e minhas opiniões eu confesso que sim. Falei alguma merda, sim.
Mas o que seria da comédia se não fosse o ato de falar merda. É quando falamos merda que somos engraçados.
Deixo claro a todos os fãs de Crepúsculo que não tenho nada contra eles, só quero expor idéias que lá no fundo podem ofender, mas não tem esse propósito. Meu único propósito é o riso.
O meu post sobre Crepúsculo, confesso, foi motivado por um vídeo do Vlogueiro Felipe Neto (Muito bom esse f. d. p.). A intenção era fazer rir, eu e minhas imitações...
Imitar é um ato nato do ser humano. “Nesse mundo nada se cria, tudo se copia.” Partir do que já existe é o que faz o escritor. Ainda não sou um escritor, sou apenas um aprendiz, um aprendiz que pretende ser um bom escritor.
Boas idéias ajudam a movimentar a mente. O humor surge de muitas formas. Fazer rir de forma inteligente ou fazer rir aproveitando-se de momentos cômicos. Transformar matérias sérias em risos. Parodiar grandes clássicos.
O problema é quando o seu riso é visto como preconceito, mas o que é mesmo preconceito?
Seria um conceito criado antes mesmo de se conhecer a coisa/objeto/pessoa/fã de Crepúsculo.
Não foi preconceito... Eu conheço muitos fãs de Crepúsculo. Eu perdi tempo observando essas pestes. Eu não saí falando sem ter uma base para sustentar as “merdas” que eu estava falando. Eu vi a droga do filme. Mas pense bem, o que seria do humor se ele fosse politicamente correto?
Não foi preconceito... Mas se fosse... Pense como seria o humor sem preconceitos?
76. Espero que citar esses caras não estrague o post.
77. Tá tudo errado? Seu filho está usando roupas coloridas e suspirando por vampiros? Faça dele um membro da democracia corintiana, sem essa de Bambis...
78. Democracia, esse Sanches sabe o que faz...
79. O estádio do Timão vai mesmo virar realidade. Ei, olha um Saci...
80. Não é o Wellington Saci? Esse cara é tão ruim que nem existe...
81. Como pode ser ruim se não existe?
82. Questionamentos: Por que o Timão contratou o Paulo Nunes? Sabia que ia ser furada.
83. O Tevez é o mais lindo jogador do mundo?
84. Quem é Sousa?
85. O que eu fiz na outra vida de tão ruim pra nascer corintiano?
86. Por que o Timão tinha que ter sido rebaixado?
87. Por que o Parreira ou o Luxa não voltam?
88. Será que o brasileirão vai?
89. Como surgiu o universo? Essa eu sei, foi logo depois de uma cobrança de falta do Marcelinho Carioca.
90. Campanha “faça seu gol mil no Timão” começando pelo Ronaldo...
91. Cem anos de Herreras, já Téves a chance, mas quando for há de ser Gamarra...
92. Cem anos de história, sem anos de emoção e sofrimento de montão...
93. Como corintiano posso afirmar que já vivi de tudo nessa vida.
94. Corintiano há de ir para o céu.
95. Eu ainda sonho que o Tsubasa vá um dia jogar pelo Timão...
96. 100 anos e essa tal de Libertadores nem fez falta...
97. We are velhotes... Tava busão do Timão...
98. Sanches você é o Santista mais corintiano do mundo meu amigo.
99. Vamos trazer o Neymar e o Ganso? Eba!
100. Parabéns Timão, as brincadeiras são sem graça, mas a paixão é de coração... 100 anos de luta e superação, tenho orgulho do meu time!
Será o Benedito José! Esse povo crê piamente em você mesmo.
Ainda me lembro daquela noite, fazia frio, mas no seu coração batia algo mais gelado, uma vontade louca de ajudar sua família. Somente sua família. Família é tudo né José?
Mas era preciso sigilo total. Era um ato que tinha de ser secreto. Mas não foi.
Caiu na boca do povo José! Crimes perfeitos não deixam suspeitos.
E agora José? O que fazer?
Ajudar o próximo que está mais próximo. E prejudicar o distante. Não foi assim que disseram na Bíblia.
E sua cadeira José? É vitalícia?
Começaram a campanha: fora já José! Aposenta!
Mas José insiste, pois José é um brasileiro daqueles que se vê aos montes nos horários políticos.
Imagino quando velhinho estar José, e ainda a reivindicar:
Igreja do Diabo é um conto em que o bem e o mal são questionados de uma forma muito psicológica e bem humorada. O Diabo após séculos de desorganização resolve finalmente fundar uma igreja, assim se “igualando” ao seu rival, Deus.
O estilo debochado do Diabo e a sua malandragem criam um estereótipo perfeito para a definição pretendida por Machado.
O que é o bem? O que é o mal? Somos bons ou não?
Questionamentos que nos pegam levando a várias conclusões.
Como é de se esperar dos textos machadianos, o autor não deixa uma opinião explicitamente sua, deixando para o leitor o trabalho de dar a sua interpretação dos fatos narrados.
Os elementos fantásticos se misturam aos elementos reais, figuras sociais surgem para criticar a sociedade.
Um texto curto e rico. O melhor conto de todos os tempos... Da ultima semana...